Significado

Confraria Pascoal entre Amigos da Cidade de Jaguari - Rio Grande do Sul - Brasil

Idealizada e constituída em 1988 para unir amigos, degustar e avaliar vinhos das mais variadas castas e nacionalidades

Em homenagem a seu eterno Patrono, Dr. Eudo Giacomelli, que tanto nos encorajou e nos incentivou na arte de explorar o mundo do vinho

“Ao teu Amigo e ao teu Vizinho o teu Melhor Pão e o Melhor Vinho”

Seja Bem Vindo !

Páginas

10 abril 1998

1998 13º

9º VinhEudo

13º "Último" Colocado


Rosso di Montalcino

Biondi Santi

1992




Produtor: Biondi Santi

Ao fim da segunda metade de 1800 o vinho mais conhecido e apreciado na região de Montalcino era um vinho branco doce, o Moscadello di Montalcino. Foi nesse período que Clemente Santi começou a estudar o potencial de uma variedade da uva Sangiovese, a Sangiovese grosso, localmente chamado de Brunello por causa de sua cor particularmente escura.
Por volta de 1860 o neto de Clemente, Ferrucio Biondi-Santi (filho de Jacopo Biondi e Caterina Santi), iniciou a produção de um vinho tinto que imediatamente se mostrou de excelente qualidade.
Todavia, o Brunello permaneceu por muitos anos como um vinho conhecido e apreciado apenas nos entornos da zona de produção, razão do elevado preço de venda.
Foi só depois de 1950 que a fama do Brunello di Montalcino passou para o resto da Itália e para o mundo.
A Biondi Santi é provavelmente a produtora mais tradicional do famoso Brunello di Montalcino. Uma família cuja história se confunde com a da criação deste vinho, até hoje participa intensamente na administração e divulgação do seu negócio. Franco Biondi Santi, até a data do seu falecimento, era o homem que provava o Brunello e dava a última palavra se naquele ano seria engarrafado o Reserva ou apenas o Annata.
Se o Mundo conhece o Vinho “Brunello di Montalcino” da Província de Siena-Itália, foi graças a esse cavalheiro gentil Franco Biondi-Santi (afirmado várias vezes em matérias escritas nas famosas revista Wine Spectator e na Inglesa Decanter) Proprietário do mais legendário e mais importante vinhedo da Toscana “ Il Greppo” há 2 quilômetros das paredes protetoras da Vila famosa medieval “Comuna di Montalcino” Elaborado com 100 por cento da Uva “Sangiovese” e envelhecida por cinco anos antes do lançamento. Ele acreditava que os vinhos devem viver por décadas, e muitas vezes o fez. Ele tinha convicções firmes e preso a eles, mesmo quando provocado o conflito em sua própria família. Alto e magro, com um porte aristocrático, Franco estava orgulhoso de seu trabalho intransigente. Ele ajudou a liderar uma facção que derrotou uma proposta perante o “Consorzio” no ano passado para permitir que outras uvas, além da “Sangiovese” entrassem nas produções de Brunellos ou de Rosso di Montalcino (versão mais jovem do Brunello). "Ele era o cavalheiro do país", disse Bindocci ", um amigo e historiador... que Franco gostava da companhia de pessoas, um amigo com quem compartilhamos uma série de batalhas. E, finalmente, ele era um amigo que lutou pela pureza do Vinho “Brunello" Quando perguntado o que sentia daquela terra, Franco respondeu em várias entrevistas: Eu nasci em “Il Greppo” literalmente na cantina, em 1922, e sou profundamente grato ao bom Deus por ter me permitido nascer aqui. “A SAGA DA FAMÍLIA BIONDI-SANTI” A Origem Nobre e culta da Família vem desde 1750 com Giorgio Santi, Naturalista, Médico e professor da Universidade da Cultura de Siena...Aproximadamente em 1800 seu neto, O Bisavô de Franco, Clemente Santi resolveu estudar a plantação da “Sangiovese” na parte mais alta onde ele achava que nasceria melhor, começou naquela época chamando a Uva de “Brunello” pois o mesmo determinou que a Sangiovese nascia maior e mais encorpada...”Sangiovese Grosso” e se chamou Brunello por que dava um Vinho de cor muita escura, como Bruno é moreno, achamos até hoje que ele tentou dizer “Escuro de Montalcino”...seu Avô Ferruccio Biondi-Santi iniciou a produção do Vinho em 1860...tudo de consumo local, seu trabalho continuou na mão de seu Pai Tancredi Biondi-Santi...mas foi na mão de Franco que 1950 o “Brunello” começou a ser o Vinho mais importante da Itália e famoso em todo o mundo.
A Tenuta Greppo é uma vinícola pequena, à moda antiga, muito charmosa. Ao lado e ao longe, oliveiras e parreiras num dos terroirs mais famosos do mundo. Na sede, a casa de campo da família, Villa Greppo, ladeia a cantina, onde se concentra toda a produção do Brunello di Montalcino Biondi Santi. Feito 100% com a uva Sangiovese, é um vinho de guarda por natureza. A produção do Brunello é marcar as qualidades desta uva no vinho produzido e usar com mais parcimônia outros elementos. Assim, por exemplo, no armazenamento do Brunello utilizam-se barris maiores do que os tradicionais de 225 litros, e estes barris são reutilizados muitas vezes, de modo a amenizar a influência do carvalho no sabor do vinho.
Rosso di Montalcino é considerado tipicamente inferior ao seu mais famoso primo Brunello di Montalcino, resultado do uso de uvas de menor qualidade utilizadas em sua produção (e menos atenção aos detalhes no processo de vinificação) Porém, não é assim na casa de Biondi Santi Tenuta Il Greppo. As uvas utilizadas para fazer este Rosso di Montalcino Biondi Santi foram colhidas a partir das vinhas mais jovens na propriedade Biondi Santi, os controles de qualidade são rigorosos, assim como os cuidados tomados na sua produção, exatamente como o eu famoso Brunello di Montalcino.

Variedades: 100 % Sangiovese Grosso

Safra: 1992

Terroir: Montalcino

Graduação Alcoólica: 13,19

Visão: Vermelho rubi intenso

Olfato: Intenso com notas de Baunilha

Paladar: Harmonico, bem estruturado com tannins e acidez em perfeito equilibrio

1998 12º

9º VinhEudo

12º Colocado


Bach

Cabernet Sauvignon

1993




Produtor: Viña Bach

A história de Bach nos leva de volta a 1915 , quando os irmãos Pere e Ramón Bach Escopet mudaram-se para Sant Esteve Sesrovires de Barcelona e adquiriram a propriedade "Pode Estrada" , que remonta ao século XVIII . Graças as receitas obtidas a partir do comércio de algodão , os irmãos Bach foram capazes de investir em uma adega que gradualmente aumentaram, comprando novas terras até que acumulara um total de 365 hectares. A colheita de 1920, composta pelo Xarel·lo e Macabeo Varietal, marcou a inauguração aguardada de Bach.
Pere e Ramón Bach estabeleceram-se na região de Penedés com a idéia de fazer um vinho que seria destinado para o envelhecimento e , consequentemente, construíram uma adega de 95 metros de comprimento. Eles colocaram 1.000 barris de carvalho Bordeaux comprados por 50 pesetas cada. Os irmãos Bach conceberam a idéia para o seu vinho e deram o seu selo a ele, juntamente com seus enólogos . De acordo com a lembrança dos tempos de trabalho com  a matéria têxtil eles nomearam o vinho de "extrísimo ", nome dado à qualidade premium do algodão importado do Egito e da Índia. As primeiras garrafas de Bach estavam presentes na mítica Exposição Internacional de Barcelona de 1929.
No entanto, a Guerra Civil trouxe consequências trágicas sobre a família : Ramón foi morto e Pere, que sobreviveu à luta, sofreu por esta perda. Alguns anos mais tarde, em 1942, ele decidiu vender a propriedade. Ao longo dos anos seguintes, Bach mudou de dono em várias ocasiões, e construções imensas galerias subterrâneas foram construídas para o envelhecimento das cavas, empreendendo uma reforma comercial e enológica da vinícola .
A vinícola mudou de mãos mais uma vez em 1975, quando definitivamente ficou sob a propriedade da família Raventós , que adquiriu a propriedade e incorporou em seu grupo de vinícolas.
Muito tempo se passou desde então, mas o espírito dos irmãos Bach foi fielmente mantido até os dias de hoje: qualidade, originalidade e personalidade em todos os seus vinhos e cavas.


Variedades: Cabernet Sauvignon e Tempranillo

Safra: 1993

Terroir: Penedes

Graduação Alcoólica: 12 %

Visão: ?

Olfato: ?

Paladar:  ?

1998 11º

9º VinhEudo

11º Colocado


Amarone Della Valpolicella

Villa Erbice

1988




Produtor: Villa Erbice


O Amarone della Valpolicella é um vinho suculento, frutado, complexo e que apresenta toques marcantes de uva muito madura (uvas passificadas), mas nem sempre todas essas características foram cultuadas como são hoje. Antes da 2ª Guerra mundial esse mesmo vinho era considerado uma falha. Deveria ser um vinho doce e como tinha inadvertidamente todo seu açúcar fermentado e convertido em álcool virava um vinho seco. Só mais tarde essa falha original transformou-se no seu maior trunfo.

Esse nobre tinto italiano na maioria das vezes tem a denominação ‘Clássico’ no rótulo. E ele é mesmo clássico, delicioso e único.


O Amarone della Valpolicella (na região temos também o Recioto della Valpolicella, que é doce) é produzido a partir das castas locais Corvina (Corvina Veronese), Rondinella e Molinara. Há cerca de seis anos o consórcio DOCG (denominazione de origine controllata e garantita) da região permite não mais utilizar a antes obrigatória Molinara, que é a plebéia deste memorável vinho. A Corvina é a rainha deste blend. As uvas destinadas a produção do Amarone, após a colheita, são colocadas em esteiras horizontais que ficam em galpões cobertos, sempre com boa ventilação. As uvas ficam nestas esteiras normalmente até o início de fevereiro e após esta fase de “apassimento natural” entram no processo de vinificação.

Aqui o interessante é que o Botrytis, o mesmo fungo que produz as uvas para o Grande Vinho Doce “Sauternes”, pode também se manifestar, mas nesse caso o fungo em questão não é bem-vindo. A maioria dos produtores hoje preferem excluir as uvas afetadas pela podridão nobre para conseguirem vinhos mais frescos e frutados. Nas décadas passadas foram produzidos Amarones com grande quantidade de Botrytis, o que fez destes vinhos menos especiais. Por último, não espere de um bom Amarone menos que 15 graus de álcool. Prepare-se para uma explosão de aromas de uvas-passas no nariz e uma “boca” completamente cheia, seguida de uma persistência quase infinita. É um grande tinto seco.

A história da Villa Erbice vem de muito longe, quando o avô Narciso começou a produzir vinho em 1870. Erbice Villa O nome é determinada pela sede histórica da prestigiosa empresa, localizado em uma vila de importante significado histórico do século XVII . Aqui família Erbice começou a produzir vinhos de excelente qualidade, vindo sempre a partir das uvas de seus próprios vinhedos.

A propriedade vinha, cerca de 13 ha. , Dos quais 1,40 tem Soave Superiore DOCG e DOC permanecendo em Valpolicella está localizado na cidade de Mezzane a uma altitude que varia de 250 metros a 450 metros acima do nível do mar É cultivado em uma integridade do ambiente e , de favorecer a utilização de pesticidas naturais , tais como cobre e enxofre também todos os processos relacionados para a produção de ter lugar a mão . A adega é organizado de uma forma tradicional e da fermentação das uvas nas peles em tanques de aço inoxidável com temperatura controlada ; envelhecimento do vinho em barris de 225 litros . em carvalho francês .

A história da Villa Erbice vem de muito longe, quando o avô Narciso começou a produzir vinho em 1870. O nome Villa Erbice  é determinado pela sede histórica da prestigiosa empresa, localizado em uma vila de importante significado histórico do século XVII . Aqui a família Erbice começou a produzir vinhos de excelente qualidade, vindo sempre a partir das uvas de seus próprios vinhedos.

A propriedade tem cerca de 13 ha., dos quais 1,40 tem Soave Superiore DOCG e o DOC permanecendo em Valpolicella; está localizada na cidade de Mezzane a uma altitude que varia de 250 metros a 450 metros acima do nível do mar. Tudo é cultivado com respeito ao ambiente e a integridade do solo,  favorecendo a utilização de pesticidas naturais, tais como cobre e enxofre.  Todos os processo de produção são manuais. A adega é organizada de uma forma tradicional e a fermentação das uvas em tanques de aço inoxidável com temperatura controlada, o envelhecimento do vinho é feito em barris de 225 litros de carvalho francês.

Os vinhos da Villa Erbice expressam bem o terroir e a personalidade de Silvio e Alberto. Vinhos da cor clássica e aromas intensos elegantes , com boa estrutura e taninos , apropriado para o longo envelhecimento.

Variedades: Corvina (Corvina Veronese), Rondinella e Molinara

Safra: 1988

Terroir: Vêneto

Graduação Alcoólica: > 15 %

Visão: Vermelho claro

Olfato: Couro, alcaçuz e fruta muito presente

Paladar: Alcoólico com taninos rústicos 

1998 10º

9º VinhEudo

10º Colocado


High Country


1995






Produtor: Vinícola Miranda - High Country Wines

A marca High Country foi lançada pela primeira vez pela família Miranda, em 1995, que vendeu seus negócios para Australian Vintage (AVL), em outubro de 2003. Devido a uma série de mudanças da empresa dentro de AVL, a marca High Country se tornou disponível e foi comprada por Janine Rolles & Matt Fawcett em 2009.
Devido ao seu amor pela  região de High Country, estilo de vida e os vinhos, eles decidiram assumir a marca High Country para produzir uma gama de vinhos de classe mundial das regiões de High Country da Austrália. Eles selecionaram e escolheram as melhores parreiras da região para fazer os blends que realmente refletem os desafios e distinções daquela região climática da Austrália. 
A vinícola está situada na região pitoresca de Milawa, com 110 hectares no High Country Australiano.

Variedades: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot

Safra: 1995

Terroir: King Valley - Victoria

Graduação Alcoólica: ?

Visão: ?

Olfato: ?

Paladar: ?

1998 9º

9º VinhEudo

9º Colocado


Montes Alpha

Cabernet Sauvignon

1994




Produtor: Vinícola Montes



É difícil falar em vinho chileno de alto nível sem falar na Viña Montes. A Viña Montes nasceu em 1987 com um propósito muito claro: produzir grandes vinhos, grandes o suficiente para elevar o Chile ao pináculo da viticultura mundial.
Dois parceiros, Aurelio Montes e Douglas Murray, com uma vasta experiência no mundo do vinho, queriam realizar o sonho de produzir vinhos com uma qualidade muito maior do que estava ocorrendo no Chile naquele tempo. Em 1988, juntaram-se aos outros dois sócios originais, Alfredo Vidaurre e Pedro Grand, cada um fazendo a sua especial suplementação.
A Viña Montes foi um divisor de águas na história da viticultura chilena, uma vez que foi precursora dos vinhos de alta qualidade.
Até então, todos as vinícolas eram focadas em produtividade e não em qualidade. Quando o Montes Alpha Cabernet Sauvignon chegou ao mercado — ao final da década de 80 — um novo padrão de vinho chileno começou a se definir.
O nascimento da Viña Montes, chamada anteriormente de Discover Wine Ltda, se tornou realidade para mais de cem países e foi reconhecida por sua excelente qualidade, atraindo a atenção de todo o mundo para os vinhos que o Chile pode produzir.
A bodega da Montes em Apalta é super moderna e funcional, como a maioria das bodegas atuais, porém aqui alguns detalhes chamam a atenção. Tudo foi rigorosamente projetado conforme os preceitos do Feng Shui, a sala de barricas é um caso a parte, uma vez que aqui os vinhos descansam ao som de cantos gregorianos. Se os vinhos melhoram com a música eu não sei, agora uma coisa precisa ser dita: esses caras sabem muito bem como vender o seu peixe.
A Montes possui um portfólio bem completo de vinhos: a linha Montes é a mais básica, rótulos de excelente relação qualidade/preço; a Montes Alpha é a mais emblemática, com opções varietais de qualidade sempre constante. Os vinhos ícones são um capítulo a parte, o Alpha M, o Folly e o Purple Angel são grandiosos, porém muito diferentes, possuem personalidade própria. É difícil dizer qual deles é melhor — o Montes Alpha M é que tem o perfil mais clássico — mesmo assim dá para “pegar” as diferença muito rapidamente. O Montes Alpha M é a elegância, o Folly é pura exuberância, por sua vez, o Purple Angel é misterioso e exótico.

Variedades: 90% Cabernet Sauvignon, 10% Merlot

1 ano em carvalho francês

Safra: 1994

Terroir: Vale de Colchagua

Graduação Alcoólica: 

Visão: Vermelho Rubi Escuro

Olfato: Intenso, Frutas Vermelhas, Alcaçuz, Baunilha e Caramelo 

Paladar: Equilibrado, Intenso e Persistente

Eleito o "Melhor Bordeaux Chileno " !  

1998 8º

8º Colocado


Oxford Landing - 1996






Produtor: Oxford Landing Estates



No final de 1800 o rio Murray era uma das principais vias para o comércio da Austrália. Barcaças comerciais faziam o seu caminho para cima e para baixo transportando trigo, lã e utensílios domésticos. Um desses barcos incendiou e foi obrigado a aportar em terra, onde foi completamente destruído pelo fogo. Entre os destroços espalhados na margem do rio havia era uma placa chamuscada com o nome do barco "Cidade de Oxford". A partir de então, esta área ficou conhecida como "Oxford Landing". Em 1958, o empresário e visionário da vinificação Wyndham Colina Smith fundou sua vinícola nesta margem. Ele acreditava que esse lugar de terra vermelha fértil e luz do sol abundante seria ideal para o cultivo de variedades de uvas premium e assim a Oxford Landing Estates nasceu.

Variedades: 70 % Cabernet Sauvignon e  30 % Shiraz

Safra: 1996

Terroir: Murray River  

Graduação Alcoólica: 13%

Visão: Cor púrpura

Olfato: Aromas de violetas e amoras pretas com notas de eucalipto, ameixas de Satsuma e cedro.

Paladar: Sabores de frutas escuras persistem no paladar e são complementados com especiarias que proporcionam um rico preenchimento de boca e prolongados taninos







1998 7º

9º VinhEudo

7º Colocado

Canela Finíssimo

Cabernet Sauvignon

1994






Produtor: Vinícola Canepa

A história da Vinícola Canepa remonta a 1930, quando o jovem Vacarreza Giuseppe Canepa Canepa , de Gênova , Itália, criou a primeira vinícola e fábrica de engarrafamento em seu nome, no porto de Valparaíso. Ele havia encontrado no Chile o terroir onde nasceria uma das vinícolas que marcariam a história do vinho no país.

O ano de 1979 marca uma data primordial para Canepa, Finísimo foi reconhecido como o quinto melhor vinho do mundo  nas  Olimpíadas Vitivinícolas , organizada pela prestigiada revista francesa  Gault & Millau e revista francesa , sendo superada apenas pelos vinhos franceses mais exclusivos .

Nos anos 80 a vinícola Canepa introduziu no Chile os primeiros tanques de aço inoxidável, que permitiu a produção de vinhos com um novo estilo; mais jovem e fresco.

Em 2007, a vinícola Canepa fechou uma aliança estratégica com o grupo Concha y Toro, o que reforçou sua imagem e aumentou sua força de distribuição no mundo.

Variedades: Cabernet Sauvignon (90%) Carmenére (10%)

Safra: 1994

Terroir: Vale Colchagua

Graduação Alcoólica: 14,5 %

Visão : Rubi escuro com halos claros e brilhantes

Olfato : Frutas negras como ameixa e cassis, com notas de chocolate e carvalho

Paladar : Frutado, apresenta taninos suaves e macios, e bom volume em boca.

1998 6º

9º VinhEudo

6º Colocado

Château Peyre-Lebade

1993





Produtor: Château Peyre-Lebade - Domaine de Rothschild (Lafite)




O Château Peyre-Lebade guarda um passado repleto de história e marcada por grandes homens. Os primeiros indícios de cultivo de uvas na região remontam aos monges beneditinos da Abadia de Vertheuil no século XII . O grande pintor Odile Redon viveu na propriedade e pintou a maioria de suas telas mais famosas. Sua obra é um reflexo do encanto do lugar. Em 1979, a propriedade foi adquirida pelo Barão Edmond de Rothschild, proprietário dos  Châteaus vizinhos Clarke e Malmaison, localizado em Listrac e Moulis respectivamente. Château Peyre-Lebade passou a fazer parte das propriedades do Barão Benjamin de Rothschild, filho de Edmond, e a comercialização dos seus vinhos ficou a cargo de Domaines Barons de Rothschild ( Lafite ) .
O vinhedo de 55 hectares contém Merlot (64%), Cabernet Sauvignon (24%) e Cabernet Franc (12%). O solo calcário e argiloso foi completamente drenado. Sem dúvida, a natureza altamente pedregosa do lugar influenciou o nome da propriedade, pois Pierre- Lebade significa "Elevação de Pedra ". Na verdade , o lugar é uma antiga pedreira que, possivelmente, serviu para a construção das cidades vizinhas.



Variedades: Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc


Safra: 1993.

Terroir: Listrac - Bordeaux


Graduação Alcoólica: 

Visão: Vermelho escuro com borda avermelhada clara

Olfato: Frutas vermelhas frescas (ameixa, framboesa, groselha), acompanhados por um toque de baunilha, alcaçuz e chocolate.


Paladar: Estrutura de taninos moderados é bastante flexível, com boa persistência de frutas no final.

1998 5º

9º VinhEudo

5º Colocado

Los Vascos Gran Reserva

Cabernet Sauvignon

 1993




Produtor: Los Vascos - Domaine de Rothschild (Lafite)

O Gran Reserva Los Vascos é proveniente da colheita manual dos melhores vinhedos da Bodega Los Vascos de propriedade do C. Lafite. Nas vinhas com mais ou menos 70 anos de existência, são extraídas uvas que passam por um processo de fermentação alcoólica em cubas de aço inox e uma longa maceração, com duração de 25 dias. Amadurece durante 10 meses em barricas de carvalho francês 30% novas. Todas provinientes do Chateau Lafite. Após o engarrafamneto o vinho é armazenado por mais um ano na Bodega.


Variedades: Cabernet Sauvignon 100%

Safra: 1993.

Terroir: Rapel Valley - Calchagua - Chile

Graduação Alcoólica: 14 %

Visão: ?

Olfato: ?

Paladar: ?

1998 4º

9º VinhEudo

4º Colocado

Luigi Bosca

Malbec

1987







Produtor: Bodega Luigi Bosca - Família Arizu 


Fundada em 1901 por Don Leoncio Arizu, a Adega Luigi Bosca conta com uma extensa trajetória na indústria vitivinícola nacional. 

Dirigida atualmente pela terceira e quarta geração, constitui uma das poucas adegas que, através das décadas, permanece nas mãos da família fundadora e que, pelo seu prestígio, se converteu em um paradigma do vinho argentino. 

Os Arizu trabalharam desde sempre na busca da máxima expressão do vinho argentino foram protagonistas das grandes mudanças da indústria vitivinícola nacional. Os pilares sobre os quais lograram consolidar a sua trajetória foram a expansão a nível internacional, o seu prestígio baseado na experiência transmitida através dos anos, a constante e homogênea qualidade nos vinhos e uma busca permanente da excelência mediante a inovação, o dinamismo e a tecnologia de avançada. 

A inovação permanente e o seu espírito de trabalho, permitiram alcançar a sua expansão internacional desenvolvido fortemente nos últimos 15 anos, oferecendo uma coleção de vinhos com personalidade e estilo próprios, que expressam as melhores características do terroir e representam o estilo da região, a sua cultura e a sua gente. 

Luigi Bosca colaborou ativamente na fundação da primeira DOC no nosso país em 1989, a Denominação de Origem de Luján de Cuyo, equiparando-se com orgulho a outras DOC do mundo. 

A Luigi Bosca conta com 7 fincas na província de Mendoza: Los Nobles, La Linda, La España, Don Leoncio, El Paraíso, La Puntilla e Los Miradores. Ao todo são mais de 700 hectares dedicadas ao cultivo, estudo e entendimento da videira. As diferentes variedades que se coletam nestas fincas, foram trazidas da Europa na última década do século XIX. Portanto, as videiras de hoje são o resultado da seleção do melhor daqueles antigos vinhedos familiares, os quais sofreram um processo muito lento de aclimatação às duras exigências do meio. Durante esse período, foram se favorecendo numerosos entrecruzamentos e mudanças, que reforçaram o caráter único e pessoal destes vinhedos. 

A adega exporta anualmente a 50 países, entre os que se salientam os Estados Unidos, o Brasil, o Canadá, o México, os Países Baixos e a Grão Bretanha. Os seus vinhos estão presentes nos lugares mais exclusivos do mundo, além de estar a bordo das mais prestigiosas linhas aéreas internacionais como a American Airlines, a Cathy Pacific Airways, a Swiss International Airlines, a Finnair Airlines e também foram recentemente incorporados à linha de bandeira russa, a Aeroflot Russian Airlines. 

Atualmente exporta o 60% da sua produção, além de manter a sua liderança no segmento Premium do mercado local. 

Atualmente a sua coleção está formada por duas linhas de produtos: Finca La Linda e Luigi Bosca. 

FINCA LA LINDA 
Finca La Linda
Finca La Linda Corte Reservado 

LUIGI BOSCA
Luigi Bosca
Gala Luigi Bosca
Bohéme Luigi Bosca | Brut Nature
Finca Los Nobles Luigi Bosca
Icono Luigi Bosca 

Variedades: Malbec 100%

Safra: 1987.

Terroir: Finca La Linda - Vistalba - Mendoza 

Graduação Alcoólica: 13 %

Visão: Cor roxa intensa.

Olfato: Aromas de frutas vermelhas maduras, especiarias e pimenta preta.

Paladar: A intensidade da entrada na boca é complementada e doçura com a suavidade dos taninos. Encorpado e bem estruturado. Sóbrio, com uma tipicidade varietal notável.

1998 3º


9º VinhEudo

3º Colocado

Trapiche

Malbec Reserva

1994






Produtor: Bodegas Trapiche


A Bodega Trapiche, no sopé da Cordilheira dos Andes, em Mendoza, é a líder na produção e exportação de vinhos, atingindo mais de 80 países. Trapiche representa "a riqueza da diversidade." Ao longo de sua história, entende como ninguém a força da viticultura no país, especializada em obter o melhor de cada terroir, criando vinhos únicos. Esta diversidade resulta de mais de 1.000 hectares de vinhedos e da compra de outros 1.000 hectares de mais de 200 produtores independentes das melhores regiões vinícolas da Argentina. Em seu portfólio amplo e diversificado, Trapiche esforça para oferecer a melhor proposta em cada ocasião. Para Trapiche qualidade, diversidade e inovação sempre foram os pilares que marcaram o caminho a seguir, a sua razão de ser. Para o consumidor que gosta de vinho, Trapiche é a marca que oferece várias propostas do segmento médio-alto, que respondem ao equilíbrio entre tradição e modernidade no saber fazer vinhos com autêntica expressão do terroir argentino garantida pelo reconhecimento local e internacional.

Variedades: Malbec 100%

Safra: 1994.

Terroir: Vale do Maipú e Agrelo- Argentina

Graduação Alcoólica: 14%

Visão: Intensa cor rosa violáceo

Olfato: Aroma de amoras e cerejas


Paladar: Toque defumado e baunilha. Textura macia com final doce e persistente. 

1998 2º


9º VinhEudo

2º Colocado

Etchart Cafayete

Malbec

1993





Produtor: Bodegas Etchart - Arnaldo B. Etchart 


Bodegas Etchart foi fundada em 1850, em La Florida, Cafayate, Salta, Argentina, pequena fazenda que ainda leva seu nome, onde plantou as primeiras videiras de Torrontés, variedade introduzida por missionários no final do século XVI. Localizado no pé da Cordilheira dos Andes, mais de 1.750 metros acima do nível do mar, é uma das mais altas vitiviniculturas do mundo. Em 1938, Arnaldo B. Etchart adquiriu a propriedade, até então apenas 65 hectares, dando um novo rumo à adega e começando com o desenvolvimento de vinhos na região.

Com o passar do tempo, foram adicionadas outras variedades de origem francesa, como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Malbec, Merlot, etc. Estes fazem-se os 300 hectares da vinícola, atualmente produtivas. Em 1996, após cinco anos de trabalho em conjunto com o grupo francês Pernod Ricard, deu-lhe o seu legado de história e tradição reconhecida. O principal objetivo da nova empresa foi orientada para o alcance da excelência na qualidade dos seus vinhos para obter novos mercados. Grandes investimentos foram feitos na área, com melhorias nas vinhas, técnicos de formação e recomendações de especialistas. 

Variedades: Malbec

Safra: 1993.

Terroir: Cafayete - Salta - Argentina

Graduação Alcoólica: ?

Visão: ?

Olfato: ?

Paladar: ?

1998 1º


9º VinhEudo

1º "Grande" Colocado

Etchart Cafayete

Malbec

1989






Produtor: Bodegas Etchart - Arnaldo B. Etchart  


Bodegas Etchart foi fundada em 1850, em La Florida, Cafayate, Salta, Argentina, pequena fazenda que ainda leva seu nome, onde plantou as primeiras videiras de Torrontés, variedade introduzida por missionários no final do século XVI. Localizado no pé da Cordilheira dos Andes, mais de 1.750 metros acima do nível do mar, é uma das mais altas vitiviniculturas do mundo. Em 1938, Arnaldo B. Etchart adquiriu a propriedade, até então apenas 65 hectares, dando um novo rumo à adega e começando com o desenvolvimento de vinhos na região.

Com o passar do tempo, foram adicionadas outras variedades de origem francesa, como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Malbec, Merlot, etc. Estes fazem-se os 300 hectares da vinícola, atualmente produtivas. Em 1996, após cinco anos de trabalho em conjunto com o grupo francês Pernod Ricard, deu-lhe o seu legado de história e tradição reconhecida. O principal objetivo da nova empresa foi orientada para o alcance da excelência na qualidade dos seus vinhos para obter novos mercados. Grandes investimentos foram feitos na área, com melhorias nas vinhas, técnicos de formação e recomendações de especialistas. 

Variedades: Malbec

Safra: 1989.

Terroir: Cafayete - Salta - Argentina

Graduação Alcoólica: ?

Visão: ?

Olfato: ?

Paladar: ?