Significado

Confraria Pascoal entre Amigos da Cidade de Jaguari - Rio Grande do Sul - Brasil

Idealizada e constituída em 1988 para unir amigos, degustar e avaliar vinhos das mais variadas castas e nacionalidades

Em homenagem a seu eterno Patrono, Dr. Eudo Giacomelli, que tanto nos encorajou e nos incentivou na arte de explorar o mundo do vinho

“Ao teu Amigo e ao teu Vizinho o teu Melhor Pão e o Melhor Vinho”

Seja Bem Vindo !

Páginas

29 março 2013

2013 10º


24º VinhEudo

10º "Último" Colocado


Quinta Vale D. Maria

Douro

2008




(9 º avaliado)

Produtor: Quinta Vale Dona Maria – Cristiano Van Zeller

Quando, em 1996, Cristiano Van Zeller chegou à Quinta Vale Dona Maria, encontrou basicamente ruínas e 10 hectares vinhas velhas com mais de 50 anos. Situada no vale do Rio Torto, no coração do Douro, a Quinta pertencia à família da sua esposa há mais de 200 anos. Começou por delinear um plano de recuperação total da Quinta, salvaguardando as velhas cepas, que demonstravam um potencial extraordinário.

Hoje, com aproximadamente 40 hectares, os vinhos da Quinta refletem a necessidade de Cristiano criar vinhos que expressem a identidade do Douro, o “terroir”, as excentricidades e particularidades da Região, e para isso conta com a ajuda de Sandra Tavares na enologia. Sem dúvida um dos projetos mais sólidos e reconhecidos do Douro.

“ O vinho do Luxemburgo ”

Variedade: Blend de 41 variedades (Plantas que variam entre os 25 e 60 anos de idade)

Safra: 2008.

Terroir: Douro – Portugal

Todas as uvas são pisadas separadamente em lagares por um período entre 1 e 3 dias. Depois, a fermentação ocorre por mais 7 a 10 dias, a temperatura controlada entre 22 e 27C, com remontagens feitas manualmente. A fermentação malolática se dá, também separadamente, em barricas de carvalho francês. A assemblage se dá 1 mês antes do vinho ser engarrafado, quando o vinho envelhece em barricas, sendo elas 70% novas e 30% com 1 ano de uso, que ajudam a concentrar os taninos da fruta, suavizando sua potência.

Graduação Alcoólica: 14,9 %

Visão: Cor vermelho profundo, com toques violáceos e púrpuras.

Olfato: Incrível, mas delicada, concentração de fruta madura, com amora, cereja negra e ameixa, com um final tipicamente elegante, que remete a framboesa.

Paladar: Vinho fino e equilibrado, com um longo e frutado final.


Pontuação: Robert Parker - 93 pontos (2008)

2013 9º



24º VinhEudo

9º Colocado

Primogênito

Merlot

2008



(10 º avaliado) 

Produtor: Bodega Patritti 

A bodega Patritti nasceu em 2003 com o plantio das primeiras videiras em San Patricio del Chañar, Província de Neuquén, voltada a produzir vinhos de alta qualidade e personalidade marcante. Com recursos para alcançar os benefícios das terras da Patagônia, uma das áreas vinícolas que se tornou mais forte nos últimos anos por seu excelente desempenho, primeira classe em matérias-primas e tecnologia avançada. O objetivo é desenvolver produtos e serviços para aqueles que amam o vinho e a cultura do vinho. 

Primogênito é a primeira linha de produtos da vinícola. A direção de vinificação é de Mariano Di Paola, que trabalha com o enólogo residente, Navio Nicolas.

A Bodega Patritti desenvolveu um inovador sistema de controle e verificação da estrutura da rolha chamado " Cork Tester ". Consiste em uma tira de adesivo que fica sob a cápsula e em torno do gargalo da garrafa, que mostra a evolução da rolha ao longo do tempo e com base no seu estado pode determinar a integridade para cada um dos vinhos na sua própria garrafa.

Variedade: Merlot 100 %

Safra: 2008. 

Terroir: Patagônia – Argentina 

Maceração a frio ( 10º C) durante 5 días.

Período de maceração: 25 dias

Fermentação com leveduras selecionadas e temperatura controlada.

Colheita manual, envelhecido em 12 meses em barricas de carvalho francês e 12 meses na garrafa. Engarrafado em junho de 2009. 

Graduação Alcoólica: 13,9 %

Visão: Vermelho rubi com tons escuros e muito brilhante 

Olfato: Notas de pimenta do reino e frutas vermelhas frescas, cassis e framboesa. 

Paladar: Franco com notas suaves de cogumelos. Taninos suaves, paladar amplo e final longo no palato.

2013 8º

24º VinhEudo

8º Colocado

ALMANEGRA 

Mistério

2009





(8 º avaliado) 


Produtor: Tikal – Ernesto Catena 

"... De todos os encantos, o mais atraente para a alma é um mistério. Não há beleza sem um véu, e estamos sempre dispostos para o desconhecido. Existência insuportável seria se não estivéssemos sempre sonhando ... E, como todos os mistérios, ALMANEGRA surgiu através dos sonhos. Não é um varietal ... não é sempre o mesmo vinho porque não é de um único vinhedo e não é feito por uma única mão. Assim como o mistério que está por trás da máscara e do jogo sensual de descobrir isso, acreditamos que sempre existiu ALMANEGRA. Como voltar à nossa origem única ... Este grande vinho, então, realiza na sua alma negra, sua alma profunda e negra, todos os segredos da sua essência, os segredos que só podem ser descobertos no último copo ... “ 

ALMANEGRA é um delicioso "corte secreto" de Tikal, que não revela qual a proporção que entra neste intrigante blend entre Malbec e Bonarda . O bouquet é exuberante e exótico, enquanto no palato mostra-se macio e intenso, com personalidade bastante peculiar.

Sua colheita iniciou em de 2003, com apenas onze pequenos barris. Desde então, diferentes enólogos ajudaram a criá-lo. 

Variedades: Malbec e Bonarda (Corte secreto chamado Mistery I) 

Safra: 2009. 

Terroir: Valle de Uco, Agrelo, Consulta e Rivadavia Vistaflores e de produtores parceiros - Mendoza - Argentina. 

Envelhecimento em barricas de carvalho 

Graduação Alcoólica: 13,5 %. 

Visão: Rubi profundo, escuro 

Olfato: Misterioso, "exuberante e exótico". Aromas secundários: cera de abelha, verniz (frutos da fermentação) e terciários: ameixa seca, madeira, especiarias .. (afinamento) 

Paladar: Calda de frutas. Bom corpo, macio.

Pontuação: Robert Parker - 91 pontos (2009)

2013 7º


24º VinhEudo

7º Colocado

Cuatro Primos

2009





(1 º avaliado) 

Produtor: Família Mayol



Homenagem aos quatro varietais usados no blend. Plantadas em três fazendas para melhor corte a base de Malbec.

Este vinho é a soma do melhor da vinícola a cada ano.

O Malbec expressa o tanino aveludado e doce, combinado com o caráter selvagem da Syrah. 

O Cabernet Sauvignon ajuda a estrutura e envelhecimento e a Bonarda acrescenta uma fruta poderosa e picante.

Excelente vinho de guarda para 10 anos, com estrutura capaz de aprimorar ainda mais suas qualidades ao longo do tempo. 

Variedades: 55% Malbec | 35% Syrah | 5 % Cabernet Sauvignon | 5 % Bonarda

Safra: 2009. 

Terroir: Lujan de Cuyo ( 920 m ) - Mendoza - Argentina.

Envelhecimento em 12 meses em barricas de carvalho francês, 30 % carvalho novo. 

Graduação Alcoólica: 15,4 %.

Visão: Vermelho intenso. 

Olfato: Perfumado com toque de hortelã ou menta, especiarias, pimenta preta, cereja e frutas vermelhas.

Paladar: Denso e rico com grande equilíbrio e persistência.

Pontuação: Robert Parker - 92 pontos (2009)

2013 6º


24º VinhEudo

6º Colocado

Angélica Zapata 

Malbec

2008





(3 º avaliado) 

Produtor: Bodega Catena Zapata



Este disputado Malbec é produzido para o mercado interno argentino, onde é cultuado e esgota-se rapidamente, alcançando preços estratosféricos em safras antigas. As uvas vêm de vinhas selecionadas, plantadas em grande altitude, com rendimentos muito baixos, que resultam em um vinho muito complexo e exuberante, com excelente presença de boca e enorme capacidade de envelhecimento.

Vinhedos próprios localizados em alta altitude (5 lotes entre 900 e 1400 metros). Colheita manual com seleção dos melhores lotes. Colheita entre 15 de fevereiro e 11 de abril. Leveduras selecionadas e fermentação malolática completa com temperatura controlada à 29º e 28 dias de maceração.

Envelhecimento em 18 em barrica de carvalho francês, 50% em novas barricas.

“Angélica Zapata Malbec 2008 é um blend proveniente de uvas Malbec de diferentes vinhedos. O resultado é um vinho de grande concentração e elegância. O vinhedo Angélica proporciona aromas de ameixas maduras, geléia de frutos vermelhos, suavidade e volume ao paladar. La Pirámide brinda aromas de frutos negros de caroço e notas de pimenta preta e cravo da índia. Nicasia parcela 2, proporciona frutos vermelhos do bosque, frescura e elegância. A parcela 3 de Adrianna apresenta aromas florais intensos que remetem a violeta e lavanda, entretanto a parcela 9 deste vinhedo oferece uma cor violeta escura e profunda, aroma de frutos negros maduros, notas minerais e um longo final em boca. Estes cinco elementos conjugam-se excepcionalmente outorgando uma grande complexidade ao blend final.”

Alejandro Vigil, Enólogo Chefe - Bodega Catena 


Variedades: Malbec 100 %

Safra: 2008.

Terroir: Mendoza - Argentina.

Graduação Alcoólica: 14 %.

Visão: Cor rubi violáceo

Olfato: Notas florais, frutas vermelhas, chocolate e baunilha

Paladar: Aveludado e com boa persistência

2013 5º

24º VinhEudo

5º Colocado

Zardoz

Cabernet Sauvignon

2010





(5 º avaliado) 

Produtor: Viña Indomita


Liderados por Roberto Carranca, a equipe de enólogos jovens e dinâmica da Indomita fabrica habilmente vinhos artesanais de duas das melhores regiões do Chile. O clima mais frio de Casablanca é ótimo para Sauvignon Blanc, Chardonnay e Pinot Noir, enquanto o mais quente do vale Maipo oferece o clássico Cabernet Sauvignon e o Carmenére. A Indomita produz excelentes vinhos expressivos, que são bonitos e de bom custo benefício, oferecendo o Reserva e o Gran Reserva vinhos premiados com tipicidade real e expressão varietal.

Zardoz é feito das melhores uvas, que são colhidas a mão e levadas em bandejas para os tanques onde os frutos são selecionados. Depois de algumas horas são drenados e é deixado descansar por 3 a 4 dias a 10-11 ° C num tanque de topo aberto. Isto é seguido por fermentação secundária, com movimentos periódicos para remover os componentes da pele. O vinho é então acondicionado por 24 meses em barricas novas de carvalho francês. Depois de 18 - 24 meses Zardoz é engarrafado sem ser filtrado.

Variedades: Carbenet Sauvignon 90 % / Carmenére 10%

Safra: 2010.

Terroir: Vale do Maipo – Chile

Graduação Alcoólica: 14,5 %.

Visão: Vermelho Escuro 

Olfato: Aromas impressionantes de frutas maduras, ameixa, baunilha, menta e couro.

Paladar: Intenso, cheio e picante com retrogosto longo e persistente.

2013 4º

24º VinhEudo

4º Colocado

Tierras Moradas

Carmenére

2007





(6 º avaliado)


Produtor: Viña San Pedro

Condecorada com o “Oscar do vinho”, o New World Winery 2011, pela Wine Enthusiast, a Viña San Pedro pode, seguramente, ser considerada uma gigante no cenário mundial de produção de vinhos. Ocupando a segunda posição no ranking de exportação de vinhos chilenos, a vinícola distribui seus rótulos para mais de 70 países.

Mas não é só a quantidade que faz dela um destaque indiscutível: é na qualidade que prova seu alto valor, criando vinhos que são verdadeiras obras-primas, a exemplo da linha 1865 e do Cabo de Hornos, reverenciado por Hugh Johnson – um dos maiores críticos de vinhos.

Este vinho é feito de uvas selecionadas Carmenére de um local especial, chamado "HQ 55", que é plantada em morros no vinhedo localizado no Vale do Maule, com solos aluviais de um roxo escuro impressionante. Esta particularidade deu origem ao nome do vinho“ Tierras Moradas”. As vinhas são fixadas em espaldeira, com irrigação por gotejamento controlado.

Maceração a frio durante 7 dias. A fermentação alcoólica ocorre com temperatura controlada entre 29 ° C e 30 ° C. O mosto passa por maceração de 30 dias em cubas de carvalho francês de 15.000 litros, especialmente concebido para fazer este vinho. 100% da mistura foi armazenada em barris de carvalho francês durante 17 meses.

Mas não é só a quantidade que faz dela um destaque indiscutível: é na qualidade que prova seu alto valor, criando vinhos que são verdadeiras obras-primas, a exemplo da linha 1865 e do Cabo de Hornos, reverenciado por Hugh Johnson – um dos maiores críticos de vinhos.

Este vinho é feito de uvas selecionadas Carmenére de um local especial, chamado "HQ 55", que é plantada em morros no vinhedo localizado no Vale do Maule, com solos aluviais de um roxo escuro impressionante. Esta particularidade deu origem ao nome do vinho“ Tierras Moradas”. As vinhas são fixadas em espaldeira, com irrigação por gotejamento controlado.

Maceração a frio durante 7 dias. A fermentação alcoólica ocorre com temperatura controlada entre 29 ° C e 30 ° C. O mosto passa por maceração de 30 dias em cubas de carvalho francês de 15.000 litros, especialmente concebido para fazer este vinho. 100% da mistura foi armazenada em barris de carvalho francês durante 17 meses.

Variedades: Carmenére 96 % | Petit Verdot 4 %

Safra: 2007.

Terroir: Vale do Maule – Chile

Graduação Alcoólica: 14,1 %.

Visão: Rubi intenso com reflexos púrpuras.

Olfato: Notas de amora, pimenta preta e rosa, canela, cravo e outras especiarias.
Paladar: Bom corpo e boa acidez, com grande persistência e um maravilhoso final.

Visão: Rubi intenso com reflexos púrpuras. 

Para ser apreciado imediatamente, ou reservados por 12 a 15 anos.

Pontuação: Robert Parker - 90 pontos (2007)


2013 3º

24º VinhEudo

3º Colocado

Temático Gran Reserva

2007




(4 º avaliado)

Produtor: Maurício Lorca



Mauricio Lorca é um renomado enólogo, que trabalhou nas mais importantes bodegas argentinas e resolveu abrir sua própria vinícola, a Temático. Sua proposta é promover o delicioso vinho argentino como parte fundamental da identidade, da qualidade e da riqueza cultural do país. Instalada na zona alta do rio Mendoza, as vinhas apresentam plantas com baixo rendimento, típico da região, permitindo extrair muita concentração de aromas, cor e taninos das uvas. São características únicas do terroir que acentuam ainda mais o sabor da Argentina.

Variedades: Malbec 70 % | Syrah 20% | Petit Verdot 10%

Safra: 2007.

Terroir: Vale de Uco (1050 m) - Mendoza - Argentina.

Envelhecimento em 12 meses em barricas novas, 90 % em carvalho francês e 10% em carvalho americano.

Graduação Alcoólica: 14,7 %.

Visão: Vermelho Profundo.

Olfato: Aroma remetente a cereja, chocolate e toques de baunilha

Paladar: Muito intenso na boca, com suavidade e final persistente.

2013 2º

24º VinhEudo

2º Colocado

SEÑA

2004





(2 º avaliado)

Produtor : Bodega Seña – Eduardo Chadwick

“1º Grand Cru do Chile”


Eduardo Chadwick entrou no ramo em 1983, dando continuidade à produção de seu pai, que cuidava da Viña Errazuriz. No início da década de 1990, o vinicultor Robert Mondavi, da Viña Robert Mondavi (de Napa, Califórnia), conheceu Eduardo e os dois firmaram uma parceria para produzir um vinho de renome mundial, que viria a ser o Seña.

Durante anos, uma equipe de enólogos buscou o melhor terroir chileno, e o escolhido foi um vinhedo localizado no município de Ocoa, no lado ocidental do Vale do Aconcágua, próximo ao Oceano Pacífico e a 120 quilômetros ao norte da capital Santiago. Nos 45 hectares são cultivadas as espécies Cabernet Sauvignon (a dominante), Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot, Carménère e Malbec.

Chadwick lançou o primeiro Seña safra 1995 e foi o pioneiro na prática da produção de vinhos ícones, que foi se proliferando nos anos seguintes. O projeto Seña foi uma joint venture entre Eduardo Chadwick e o saudoso e genial Robert Mondavi. O objetivo era elaborar um vinho de alma chilena com a tecnologia e força dos Mondavi, que na época dominavam a produção de vinhos premium na América do Norte. Robert criou um verdadeiro império que anos depois foi vendido para a gigante Constelation. Os Mondavi saíram da parceria, mas Chadwick continuou firme. Somente para entender cronologicamente, a 1ª safra do Almaviva foi a 1996, o Clos Apalta da Casa Lapostolle e o Montes Alpha M foram lançados com a safra 1997. Não há duvida que os melhores tintos do Chile são esses, somados ao também espetacular Santa Rita Casa Real.

Recentemente esse quinteto recebeu mais uma companhia. Estamos falando do Viñedo Chadwick lançado com a safra 1999. Esse tinto é o mais caro vinho chileno disponível no mercado hoje. Esse projeto de Eduardo é uma homenagem a seu pai Dom Alphonso Chadwick Errazuriz. As uvas que produzem esse espetacular tinto são oriundas de onde era antes o antigo campo de Pólo da família em Puente Alto, Vale do Maipo. Isso é só para dizer que esse homem é incansável e tem quase uma obsessão em produzir os melhores vinhos do Chile. O bom para nós é que a cada ano que passa isso fica mais claro. Esses dois vinhos, Seña e Viñedo Chadwick, estão entre os melhores tintos do Planeta com espinha dorsal da casta Cabernet Sauvignon. Disso Eduardo se orgulha muito, pois teve a coragem de colocar desde a cata de Berlin de 2005 seus vinhos TOP ao lado dos melhores Grand Cru Classé de Bordeaux e Super Tuscans. Na Famosa Cata de Berlin, seus vinhos Viñedo Chadwich 2000 e Seña 2001 derrotaram nada mais nada menos que Chateau Margaux, Lafite e Latour safra 2000, dentre outros. Não podemos esquecer que esses grandes tintos franceses estão entre os mais renomados tintos do mundo e para não deixar por menos, todos da extraordinária safra 2000.

A fama dos vinhos chilenos Seña, produzidos no Vale do Aconcágua, começou em 2004, depois que o proprietário da vinícola, Eduardo Chadwick, propôs uma degustação às cegas para comparar seu produto aos melhores franceses e espanhóis. Surpreendendo a todos, o Chadwick 2000 e o Seña 2001 ficaram em primeiro e segundo lugar, respectivamente, na prova conhecida como Cata de Berlim, e a produção da vinícola alcançou o reconhecimento internacional almejado pelo produtor.

Todas as manhãs, a região é tomada por uma densa névoa que, aliada aos lentos padrões de maturação, contribui para a criação de um vinho complexo e com intenso sabor de fruta. As uvas são colhidas à mão, entre meados de março até o final de abril, selecionadas individualmente, suavemente moídas e fermentadas entre 26 e 28o C. A maceração prolonga-se entre 25 e 35 dias, e o vinho é envelhecido em barris de carvalho francês para ser engarrafado no mês de fevereiro de cada ano.

Eduardo Chadwick sempre se dedicou a tornar os vinhos chilenos competitivos mundialmente. Mondavi havia assumido a mesma missão para os vinhos californianos. Ambos encontraram no Seña o resultado de seus melhores (e surpreendentes) esforços.

“Seña 2004: Estava muito firme e rico nos aromas. Mais um Seña com menos Cabernet Sauvignon (composição final 51% Cabernet Sauvignon, 35% Merlot, 6% Carmènere, 5% Caberent Franc e 3% Petit Vedot). Mais fruity, de estilo mais moderno. Seus aromas são sublimes com a fruta negra exibindo um delicioso caráter. Boca intensa e cheia. Retrogosto marcante e muito firme. Esse foi o primeiro Seña que levou Petit Verdot em seu blend final.”

(Avaliação da degustação vertical de todas as 16 safras (1995 a 2010) do Seña , ocorrida em outubro de 2012 em Santiago)

Variedades: 51 % Cabernet, 35 % Merlot, 6 % Carmenére, 5 % Cabernet Franc e 3 % Petit Verdot.

Terroir: Vale do Aconcágua – 395 m

Graduação Alcoólica: 14,5%

Pontuação: Robert Parker - 91 pontos (2004)

2013 1º

24º VinhEudo

1º " Grande " Colocado

Vistalba Corte A 

2009





(7 º avaliado)

Produtor: Bodega Vistalba – Carlos Pulenta


Um descendente de uma das famílias mais importantes da Argentina de vinificação (Peñaflor e Trapiche), Carlos Pulenta fez seu nome como presidente da vinícola Salentein. Em 2002, Pulenta aventurou por conta própria para criar uma adega de ponta que usa todos os avanços tecnológicos disponíveis para a produção de vinhos de qualidade excepcional.

A vinícola hoje processa os vinhos das fazendas Tomero (Clássico, Reserva e Gran Reserva) e Vistalba (Corte C, B e A); o espumante Progenie (III, II e I) e o azeite de oliva Corte V.

Variedades: 60 % Malbec | 30% Bonarda | 10% Cabernet Sauvignon

Safra: 2009.

Terroir: Luján de Cuyo – Zona alta do Rio Mendonza.

Invernos frios e verões quentes com temperaturas medianas durante o dia e frias a noite. Durante a estação vegetativa existe a diferença de temperatura entre o dia e a noite de 15°C aproximadamente, favorecendo uma excelente cor e desenvolvimento de taninos.

Colhida manualmente e 100% envelhecida em barricas de carvalho francês durante 18 meses, e 12 meses em garrafas antes de ser lançado ao mercado. 

Temperatura de Consumo: 16° a 18°C. (Decanter 15° a 20°C.)

Graduação Alcoólica: 15 %.

Visão: Cor vermelho intenso com profundos reflexos negros. 

Olfato: Aroma complexo incluindo frutas vermelhas maduras, chocolate, baunilha e notas de fumo provindas do envelhecimento no carvalho. 

Paladar: Em boca, possui entrada doce e gentil, com boa estrutura, sensação redonda e de acidez equilibrada.

Pontuação: Robert Parker - 91 pontos (2009)


2013 Fotos



24º VinhEudo

2013 











Marcos e o "plantel"

2013 ATA


24º VinhEudo


ATA  2013




Data/Hora : Sexta-Feira, 29 de Março de 2013 / 19:30

Local : Casa Plauto Antônio Almeida da Silveira - Jaguari - RS

Comida :



Queijos Variados (Montanhês e Fontina (Santa Clara), Gruyêre, Camembert , Blue Chesse (Roquefort ? Gorgonzola ?) e outros )

Pão sovado Minuzzi , Manteiga Santa Clara, Salame Frito “Boca da Picada” , Polenta e Lasanha


Participantes:



Plauto Antônio Almeida da Silveira (Confrade e Mestre de Honra)

Sérgio Clivellaro (Confrade)


Luis Fernando Giacomelli (Confrade)


Marcos Giacomelli (Confrade)


Jânio Marcon (Confrade)


Ivan Carlos Giacomelli (Confrade)


Jair Guerra (Confrade)



Alvedomar Nunes (Confrade)

Werner Jaeger (Confrade Convidado)

Silvio Maffi (Confrade Convidado)